Aprenda a Importar Produtos Para Vender na Internet

Aprenda a Importar Produtos Para Vender na Internet

Muitas pessoas pensam em começar um negócio de importação, porém não sabe como iniciar, a seguir, explicaremos como importar produtos para vender pela internet, considerando algumas etapas que devem ser avaliadas pelo lojista antes de iniciar nessa empreitada. Pronto para conhecer o básico do processo de importação e se informar o máximo possível sobre elas? Então acompanhe as dicas abaixo!

Primeiro vamos aprender: O que é importação

Importação é o processo comercial e fiscal que consiste em trazer um bem, que pode ser um produto ou um serviço, do exterior para o país de referência.

Alguns produtos têm uma enorme saída no mercado quando importados, são eles:

  • Perfumes de Luxo.
  • Calçados femininos.
  • Acessórios femininos.
  • Maquiagens e produtos de beleza.
  • Relógios masculinos de luxo.
  • Óculos de sol.
  • Eletrônicos.

Agora vamos as dicas.

1. Busque por fornecedores de qualidade

Inicialmente, o empreendedor deve se dedicar à definição do nicho em que pretende atuar, identificando características e demandas do seu público-alvo. Assim, o comerciante consegue saber o que exatamente importar para compor o catálogo de produtos da sua loja virtual.

Tendo definido o que será importado, começa outra fase de pesquisa: de onde importar? Se seu interesse for pela revenda de roupas originais de marcas famosas, você provavelmente encontrará melhores fornecedores nos Estados Unidos, por exemplo. Se optar por vender produtos diversos de casa, a escolha por um fornecedor da China pode oferecer melhores preços e mais vantagem competitiva.

Independentemente do país de quem os produtos serão importados, é essencial que o comerciante escolha fornecedores de qualidade. E se encontrar ofertas muito melhores de empresas desconhecidas, desconfie. Faça pesquisas antes de fechar negócio! Tendo esse cuidado inicial na escolha dos fornecedores, o lojista minimiza problemas referentes a fraudes, atrasos na entrega ou contratempos no pagamento.

2. Pesquise sobre as normas de importação

No Brasil, a importação de produtos acima de 50 dólares pode ter uma taxação de até 60% do valor da mercadoria. E, por incrível que pareça, mesmo com esses altos valores de tributos de importação, ainda é possível ter lucro vendendo itens importados. Afinal, em muitos casos, o valor pelo qual a mercadoria é vendida do exterior compensa a prática.

Além disso, existem determinadas estratégias de importação que desobrigam o pagamento de tais tributos ao mesmo tempo em que garantem que o comprador esteja dentro da lei para realizar suas negociações.

3. Escolha um intermediador de confiança

Uma das possibilidades para diminuir o valor pago em impostos no processo de importação envolve empresas intermediadoras. Nesse caso, ao realizar o pedido na loja estrangeira, o comprador, em vez de disponibilizar o próprio endereço, encaminha as compras para uma intermediadora localizada no país de origem.

Como o volume de compra costuma ser bem alto nesses casos, ao importar os itens, as intermediadoras pagam impostos menores, o que torna a compra ainda mais vantajosa para o e-commerce.

4. Cuide da emissão das notas fiscais

Independentemente do tipo de importação realizada, para que a loja virtual opere dentro da legalidade, é essencial que emita notas fiscais para todos os produtos importados com o CPF do responsável ou o CNPJ da empresa.

Entenda desde já: a tentativa de burlar a etapa de emissão de nota fiscal para reduzir a carga tributária é um risco para o empreendimento. Portanto, ao trabalhar com vendas online, garanta sempre a emissão adequada das notas, tanto para as empresas fornecedoras, na moeda da compra, quanto para os clientes, com o valor da venda.

5. Defina um meio de pagamento

Um dos principais desafios de empresas e empreendedores que desejam trabalhar com importados é escolher o meio de pagamento mais vantajoso. Por mais que muitos negócios estrangeiros atuem com o cartão de crédito internacional, é necessário avaliar as contrapartidas solicitadas pelo banco para esse tipo de transação. Outro detalhe a que o comerciante deve estar atento no caso de cartão de crédito internacional é que o valor de câmbio de dólar se refere ao dia de fechamento da fatura e não ao dia da realização da compra.

E tudo bem que existem outras lojas que aceitam boleto bancário, mas, atualmente, o mais comum é o pagamento via gateways ou intermediadores, opções seguras e conhecidas do varejo.

6. Precifique adequadamente os produtos

A precificação dos produtos importados é uma etapa fundamental para que o e-commerce tenha lucro. Nesse quesito, além do valor efetivamente pago pela mercadoria, o preço final deve considerar os valores de impostos cobrados pela importação, bem como uma margem de lucro para o lojista.

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Indica-se que o responsável pela precificação realize uma pesquisa de mercado que forneça informações referentes ao valor que tem sido cobrado pela concorrência nacional que também trabalha com importados. É comum que a margem de lucro por item seja maior no caso de importados, mas a marca deve estabelecer um preço competitivo para assegurar sua saúde financeira.

7. Avalie a logística que será usada

Ao trabalhar com uma loja virtual, a questão logística é imprescindível. E esse ponto tem uma importância ainda maior no caso de lojas que atuam com produtos importados! Você deve avaliar se vai ter um estoque próprio, revendendo a partir dos itens disponíveis. Esse caminho diminui o tempo de entrega ao cliente final e agrega valor à compra.

Outra opção é que alguns pedidos só sejam feitos nas lojas estrangeiras quando os clientes encomendarem os produtos por aqui. Nesse caso, o tempo de entrega deve estar de acordo. E atenção: esse tipo de modelo só é indicado para produtos com baixa saída, situação que faz a manutenção de um estoque pelo lojista não compensar. Além dessas alternativas, ao trabalhar com empresas intermediadoras, ainda é possível solicitar que a entrega seja realizada diretamente na residência do cliente, no modelo dropshipping.

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